21.12.07
Big girls don't cry!
É isto mesmo!
Tenho que seguir em frente... já sou uma rapariga crescida... embora tenha dificuldade em situar-me, por vezes!
Acorda Sofia, não tens 15 anos... infelizmente! (ou não)
19.12.07
A poesia na minha vida
Tinha 13 anos quando escrevi o meu primeiro poema. Sempre gostei muito de escrever e ler, devorava livros como se não houvesse amanhã, mas nunca tinha escrito nada que me fizesse estremecer!
Tenho alma de poeta, escrevo sobretudo quando estou em baixo, ou triste, ou melancólica...
Raros poemas fogem ao tema do Amor, mas se este é o sentimento mais importante, do que me envergonhar?!
Durante uma década (ou mais) escondi uma pasta carregadinha de poesia. Tinha vergonha, porque são os meus sentimentos, é toda uma adolescência ali... e hoje, felizmente, já consigo lê-los e dá-los a ler a outros.
No fundo, sempre me senti patética, por sentir aquelas coisas todas, por ter vivido uma adolescência enfiada em casa a escrever, quando os meus colegas íam sair.
Mas hoje não me importo nada!
Possivelmente não seria a Sofia que sou hoje se não tivesse amado daquela maneira, se não tivesse descarregado na escrita o que me ía na alma e no coração.
Tenho a perfeita consciência que, ao imortalizar na escrita certos amores, eles me pertencerão sempre... fui eu que os vivi, mesmo só daquela maneira, e quando releio toda a pasta ainda hoje consigo recordar-me da angústia mas também da felicidade que é sofrer-se por Amor.
Para além das paixões próprias de uma adolescente sonhadora, também cheguei a escrever sobre temas importantes, como o caso da droga, porque vi muitos jovens enveredarem por esse caminho tortuoso, e, até, muitos acabarem por desaparecer.
Se a minha vida fosse um pouco diferente, logisticamente falando, haveriam períodos de tempo em que me fecharia em casa a escrever como uma doida, a desenhar - uma outra paixão de infância - ou apenas a sonhar... mas como todos temos que trabalhar, e como já tenho um pequenino para educar, a vida obriga-me a fazer coisas menos aprazíveis, tal como ter reuniões o dia inteiro, fechada numa sala com alguns colegas de profissão.
Já tive pessoas que me sugeriram tentar publicar o que escrevo, mas ainda não tive aquela coragem necessária, porque posso ser muito bem recebida, como também ser rejeitada, e são os meus sentimentos de anos em jogo, não posso correr esse risco!
Aguns poemas já pûs aqui, e aqui, aqui, e por fim aqui também. Boas leituras!
P.S. - caso achem os poemas muito pirosos, peço encarecidamente que não o comentem... eu sou frágil, ora bolas! :)
Estava apaixonada!
Tenho alma de poeta, escrevo sobretudo quando estou em baixo, ou triste, ou melancólica...
Raros poemas fogem ao tema do Amor, mas se este é o sentimento mais importante, do que me envergonhar?!
Durante uma década (ou mais) escondi uma pasta carregadinha de poesia. Tinha vergonha, porque são os meus sentimentos, é toda uma adolescência ali... e hoje, felizmente, já consigo lê-los e dá-los a ler a outros.
No fundo, sempre me senti patética, por sentir aquelas coisas todas, por ter vivido uma adolescência enfiada em casa a escrever, quando os meus colegas íam sair.
Mas hoje não me importo nada!
Possivelmente não seria a Sofia que sou hoje se não tivesse amado daquela maneira, se não tivesse descarregado na escrita o que me ía na alma e no coração.
Tenho a perfeita consciência que, ao imortalizar na escrita certos amores, eles me pertencerão sempre... fui eu que os vivi, mesmo só daquela maneira, e quando releio toda a pasta ainda hoje consigo recordar-me da angústia mas também da felicidade que é sofrer-se por Amor.
Para além das paixões próprias de uma adolescente sonhadora, também cheguei a escrever sobre temas importantes, como o caso da droga, porque vi muitos jovens enveredarem por esse caminho tortuoso, e, até, muitos acabarem por desaparecer.
Se a minha vida fosse um pouco diferente, logisticamente falando, haveriam períodos de tempo em que me fecharia em casa a escrever como uma doida, a desenhar - uma outra paixão de infância - ou apenas a sonhar... mas como todos temos que trabalhar, e como já tenho um pequenino para educar, a vida obriga-me a fazer coisas menos aprazíveis, tal como ter reuniões o dia inteiro, fechada numa sala com alguns colegas de profissão.
Já tive pessoas que me sugeriram tentar publicar o que escrevo, mas ainda não tive aquela coragem necessária, porque posso ser muito bem recebida, como também ser rejeitada, e são os meus sentimentos de anos em jogo, não posso correr esse risco!
Aguns poemas já pûs aqui, e aqui, aqui, e por fim aqui também. Boas leituras!
P.S. - caso achem os poemas muito pirosos, peço encarecidamente que não o comentem... eu sou frágil, ora bolas! :)
18.12.07
Obrigada querido Wacko!
É uma enorme honra receber do meu querido Wacko a destinção de Blog de Elite!Quando tiver mais tempo também venho aqui atribuir blogs de Elite aos blogs amigos.
Obrigada a todos!
17.12.07
Sonho de mudança
O que dizer de mais um dia que passa
na incerteza de um novo começar...
buscando a razão de olvidar,
que o futuro nada mais é que uma chalaça?!
E o que viver no meio de tanta emoção,
buscando em cada segundo o sentido
mais ansiado, mas igualmente temido,
por não o poder ter no coração?!
Se o tempo que nos limita,
parasse e nos desse liberdade
de escolhermos a nossa lembrança,
Buscaria, sem medo, a infinita
paz e teria a enorme felicidade
de te amar, livremente, desde criança!
by Sofia Felizardo
na incerteza de um novo começar...
buscando a razão de olvidar,
que o futuro nada mais é que uma chalaça?!
E o que viver no meio de tanta emoção,
buscando em cada segundo o sentido
mais ansiado, mas igualmente temido,
por não o poder ter no coração?!
Se o tempo que nos limita,
parasse e nos desse liberdade
de escolhermos a nossa lembrança,
Buscaria, sem medo, a infinita
paz e teria a enorme felicidade
de te amar, livremente, desde criança!
by Sofia Felizardo
15.12.07
"As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar."
Leonardo da Vinci
Só quem nunca amou de verdade não experimentou esta sensação. O Amor é tudo no mundo, e não precisa de cheiro, cor e forma, para ser real.
Basta duas pessoas se amarem de verdade, para que o silêncio se torne em mil palavras e para que o vento espalhe no mundo tudo o que se disse só com o olhar.
Por falar em olhar, este é dos mais conhecidos do mundo.
Basta duas pessoas se amarem de verdade, para que o silêncio se torne em mil palavras e para que o vento espalhe no mundo tudo o que se disse só com o olhar.
Por falar em olhar, este é dos mais conhecidos do mundo.
"A menina Afegã" - foto tirada pelo fotógrafo Steve McCurry, em Junho de 1984
14.12.07

Hoje tirei o serão para navegar na net.
Procurava frases e pensamentos profundos, quando li isto:
Never say goodbye when you still want to try.
Never give up when you still feel you can take it.
Never say you no longer love a person when you can't let go.
(Infelizmente não dizia o autor)
Never give up when you still feel you can take it.
Never say you no longer love a person when you can't let go.
(Infelizmente não dizia o autor)
Mas isto é precisamente o que tenho feito na minha vida inteira!!! Realmente, quantas e quantas vezes não fui eu contra o que sinto e acredito, só porque achava estar a fazer o melhor que poderia ser feito na altura?! E quantas vezes achamos que essa decisão tomada, apesar de doer, será o melhor para a outra pessoa... mesmo sem lhe perguntarmos o que querem fazer.
Perguntam se é fácil viver assim?
Não é... mas mais importante do que qualquer decisão possa fazer connosco e com a nossa vida, é o simples facto que o tempo não pára, e que por vezes só nos apercebemos de como errámos já tão tarde... tarde demais para restaurar relações e sentimentos!
Sei que para muitos dos meus queridos leitores, estarei a ser demasiado vaga... enfim, não liguem.
Eu sou mesmo um bicho esquisito: sou capaz de rir a bandeiras despregadas e no segundo seguinte entrar num pranto profundo.
É o que acontece a dois tipos de pessoas: as que amam intensamente e as loucas. Eu acumulo as duas!
Sejam felizes, amem-se muito, não percam tempo com coisas menores...
O mais importante que levamos desta vida, é o amor que damos e o amor que recebemos. O resto não interessa nada!
Perguntam se é fácil viver assim?
Não é... mas mais importante do que qualquer decisão possa fazer connosco e com a nossa vida, é o simples facto que o tempo não pára, e que por vezes só nos apercebemos de como errámos já tão tarde... tarde demais para restaurar relações e sentimentos!
Sei que para muitos dos meus queridos leitores, estarei a ser demasiado vaga... enfim, não liguem.
Eu sou mesmo um bicho esquisito: sou capaz de rir a bandeiras despregadas e no segundo seguinte entrar num pranto profundo.
É o que acontece a dois tipos de pessoas: as que amam intensamente e as loucas. Eu acumulo as duas!
Sejam felizes, amem-se muito, não percam tempo com coisas menores...
O mais importante que levamos desta vida, é o amor que damos e o amor que recebemos. O resto não interessa nada!
(Des)ilusões
Sigo na minha vida procurando o melhor caminho... nem sempre acerto, por vezes me perco... mas vou seguindo devagarinho.
Cruzo-me com outras pessoas, umas más outras boas, todas diferentes, algumas (muito) distantes...
Continuo a ter ilusões de que não me vou desapontar... mas, mais cedo ou mais tarde, a dor da realidade aparece, nua e crua, enchendo os meus olhos de lágrimas mais salgadas, por serem amarguradas.
Não posso continuar a tentar mudar os outros! Infelizmente magoo-me vezes demais do que seria suportável ao acreditar que farei a diferença... mas o pior de tudo é quando me apercebo que é como se não existisse: todos me tratam com indiferença!
Sei que o caminho que busco é feito de luz, paz, amor... terei que ultrapassar a dor de ficar sozinha de me isolar, se tiver mesmo que ser... não deixo de ser a mulher que crê que no final do caminho da vida, tortuoso, estreito, doloroso, está a felicidade e a luz suprema.
Sofro, é claro, quando os que amo não entendem que temos todos que lutar para sermos melhores!
Andei uns tempos pensando que era esse o motivo pelo qual Deus cruzou o meu caminho com o de certas pessoas... que Ele se serviria de mim para abrir as mentes dos mais descrentes...
Mas estou a perder a força, estou cada vez mais em baixo, preciso de encontrar forças que me façam avançar sem temer, porque dói e faz-me sofrer sentir que perco todos os dias um pouco de alguém que recusa melhorar-se, porque se julga perfeito.
Não consigo mais... estou triste... é difícil suportar, mas sei que cada um de nós, mais cedo ou mais tarde, chegará à conclusão que tanto do que se fez ou se desejou de nada serviu... apenas nos atrasou no processo evolutivo!
Cruzo-me com outras pessoas, umas más outras boas, todas diferentes, algumas (muito) distantes...
Continuo a ter ilusões de que não me vou desapontar... mas, mais cedo ou mais tarde, a dor da realidade aparece, nua e crua, enchendo os meus olhos de lágrimas mais salgadas, por serem amarguradas.
Não posso continuar a tentar mudar os outros! Infelizmente magoo-me vezes demais do que seria suportável ao acreditar que farei a diferença... mas o pior de tudo é quando me apercebo que é como se não existisse: todos me tratam com indiferença!
Sei que o caminho que busco é feito de luz, paz, amor... terei que ultrapassar a dor de ficar sozinha de me isolar, se tiver mesmo que ser... não deixo de ser a mulher que crê que no final do caminho da vida, tortuoso, estreito, doloroso, está a felicidade e a luz suprema.
Sofro, é claro, quando os que amo não entendem que temos todos que lutar para sermos melhores!
Andei uns tempos pensando que era esse o motivo pelo qual Deus cruzou o meu caminho com o de certas pessoas... que Ele se serviria de mim para abrir as mentes dos mais descrentes...
Mas estou a perder a força, estou cada vez mais em baixo, preciso de encontrar forças que me façam avançar sem temer, porque dói e faz-me sofrer sentir que perco todos os dias um pouco de alguém que recusa melhorar-se, porque se julga perfeito.
Não consigo mais... estou triste... é difícil suportar, mas sei que cada um de nós, mais cedo ou mais tarde, chegará à conclusão que tanto do que se fez ou se desejou de nada serviu... apenas nos atrasou no processo evolutivo!
Sofia Felizardo
11.12.07
Tempo de atrofios natalícios
E pronto! Está oficialmente aberta a época dos atrofios de Natal!
Para além de, por motivos de ordem pessoal, já não ter vontade de celebrar, cada vez mais esta é uma época que apenas gosto pelo facto de ser professora e, como tal, ter direito a uns diazitos de férias... mas deixem-me que vos diga que dou o litro por causa da porra do Natal!!!
Como já não bastasse haver sempre festa de Natal em qualquer escola, e de os putos ansiarem por Pais Natal e pinheirinhos enfeitados, bonecos de neve e prendas, também os coordenadores nos deitam um olhar de cima abaixo se não estamos a fazer algo natalício com os miúdos. Mesmo alegando ter matéria a dar para cumprir o programa, nada os demove que é preciso por o colégio todo pipi!
É nesta época que odeio o facto de ser professora de Educação Visual, porque sobra sempre para 'os jeitosos das artes' como já me têm dito.
Por isso, devo dizer que já não posso com papel de cenário, com tintas vermelhas, brancas, verdes, amarelas, e tudo o que diz respeito a uma época que se queria de Paz e Amor, de compreensão e de bem estar.
Fui praticamente obrigada a fazer pinturas durante este mês com 5 turmas!
5 turmas inteirinhas: 141 putos histéricos e ansiosos por desenhar e pintar renas, pais Natal e afins!!! Para além de ter uma colega mais louca que os miúdos e que gasta dinheiro a comprar coisas para o colégio...mas cada qual sabe de si!
É por isso que ando ausente: a fartura de pinturas com os miúdos deixam-me KO, porque é difícil gerir os doidos dos putos, a maluca da colega possessa, os miúdos a pintarem-se uns aos outros, a pintarem as paredes e a estragar o material.
Porque não fui eu para História? Ou Francês? Ou Matemática?
Não! Era monótono demais, ter a compreensão de todos os colegas por ter que corrigir testes, e dar notas e... mais nada.
Claro. Assim, é bem mais divertido para além de ter que corrigir os testes, avaliar trabalhos de desenho, pinturas, avaliar e coordenar decorações natalícias... e ainda aturar a parva da colega!
E saber que ganho tão mal, para o stress que é todos os dias... todo o colégio, colega incluída!
Help! Alguém sabe de um emprego onde tenha que pôr carimbos? Tenho já saudades...de vez em quando era óptimo apenas fazer uma tarefa, no recatado ambiente de escritório, mesmo com as intrigas femininas... um emprego das 9h às 17h fazia de mim a mulher mais feliz do mundo.
Tirando o meu stress profissional com os efeites de Natal, anda Portugal inteiro às compras... deixando-me a pensar:
Para além de, por motivos de ordem pessoal, já não ter vontade de celebrar, cada vez mais esta é uma época que apenas gosto pelo facto de ser professora e, como tal, ter direito a uns diazitos de férias... mas deixem-me que vos diga que dou o litro por causa da porra do Natal!!!
Como já não bastasse haver sempre festa de Natal em qualquer escola, e de os putos ansiarem por Pais Natal e pinheirinhos enfeitados, bonecos de neve e prendas, também os coordenadores nos deitam um olhar de cima abaixo se não estamos a fazer algo natalício com os miúdos. Mesmo alegando ter matéria a dar para cumprir o programa, nada os demove que é preciso por o colégio todo pipi!
É nesta época que odeio o facto de ser professora de Educação Visual, porque sobra sempre para 'os jeitosos das artes' como já me têm dito.
Por isso, devo dizer que já não posso com papel de cenário, com tintas vermelhas, brancas, verdes, amarelas, e tudo o que diz respeito a uma época que se queria de Paz e Amor, de compreensão e de bem estar.
Fui praticamente obrigada a fazer pinturas durante este mês com 5 turmas!
5 turmas inteirinhas: 141 putos histéricos e ansiosos por desenhar e pintar renas, pais Natal e afins!!! Para além de ter uma colega mais louca que os miúdos e que gasta dinheiro a comprar coisas para o colégio...mas cada qual sabe de si!
É por isso que ando ausente: a fartura de pinturas com os miúdos deixam-me KO, porque é difícil gerir os doidos dos putos, a maluca da colega possessa, os miúdos a pintarem-se uns aos outros, a pintarem as paredes e a estragar o material.
Porque não fui eu para História? Ou Francês? Ou Matemática?
Não! Era monótono demais, ter a compreensão de todos os colegas por ter que corrigir testes, e dar notas e... mais nada.
Claro. Assim, é bem mais divertido para além de ter que corrigir os testes, avaliar trabalhos de desenho, pinturas, avaliar e coordenar decorações natalícias... e ainda aturar a parva da colega!
E saber que ganho tão mal, para o stress que é todos os dias... todo o colégio, colega incluída!
Help! Alguém sabe de um emprego onde tenha que pôr carimbos? Tenho já saudades...de vez em quando era óptimo apenas fazer uma tarefa, no recatado ambiente de escritório, mesmo com as intrigas femininas... um emprego das 9h às 17h fazia de mim a mulher mais feliz do mundo.
Tirando o meu stress profissional com os efeites de Natal, anda Portugal inteiro às compras... deixando-me a pensar:
Crise?! Qual crise?!
Parece que a crise existe apenas em minha casa, e aproveitei este ano para dar uso ao meu curso de artes decorativas, criando alguns presentes...acho que este é mais o espírito natalício que eu queria que todos tivessem. Na realidade, para ser mesmo feliz, ía de férias para um lado qualquer, longe de tudo e todos...sobretudo pensava e descansava. Este era o Natal perfeito perfeito para mim...
Mas gosto de estar com a (pouca) família que me resta... não fosse o meu tio ter partido no Natal passado e até sentiria vontade de sorrir, vendo os miúdos alegres, todos reunidos, a lareira acesa...
Parece que a crise existe apenas em minha casa, e aproveitei este ano para dar uso ao meu curso de artes decorativas, criando alguns presentes...acho que este é mais o espírito natalício que eu queria que todos tivessem. Na realidade, para ser mesmo feliz, ía de férias para um lado qualquer, longe de tudo e todos...sobretudo pensava e descansava. Este era o Natal perfeito perfeito para mim...
Mas gosto de estar com a (pouca) família que me resta... não fosse o meu tio ter partido no Natal passado e até sentiria vontade de sorrir, vendo os miúdos alegres, todos reunidos, a lareira acesa...
Já não há Natal como antigamente!
30 anos...
30 anos a sorrir
30 anos a chorar
30 anos a viver
30 anos a sonhar
30 anos a sentir
30 anos a pensar
30 anos a fingir
30 anos a passar
30 anos a descobrir
30 anos a encantar
30 anos a destruir
30 anos a criar
30 anos a desistir
30 anos a avançar
30 anos a sofrer
30 anos a amar!
Quem diria... e eu que ainda me sinto com 20!
Daqui para a frente, outros tantos para continuar a sorrir, amar, criar e sonhar!
Parabéns à trintona que habita em mim...mas que raramente me visita ;)
30 anos a chorar
30 anos a viver
30 anos a sonhar
30 anos a sentir
30 anos a pensar
30 anos a fingir
30 anos a passar
30 anos a descobrir
30 anos a encantar
30 anos a destruir
30 anos a criar
30 anos a desistir
30 anos a avançar
30 anos a sofrer
30 anos a amar!
Quem diria... e eu que ainda me sinto com 20!
Daqui para a frente, outros tantos para continuar a sorrir, amar, criar e sonhar!
Parabéns à trintona que habita em mim...mas que raramente me visita ;)
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